São tão importantes os pobres na presença divina que principalmente para eles foi enviado Jesus Cristo à Terra... a amizade com os pobres nos faz amigos do Rei eterno (Carta de São Inácio aos Padres e Irmãos de Pádua)

SETOR DO APOSTOLADO SOCIAL DA CPAL

Desde a época de São Inácio a Companhia de Jesus compreende que O SOCIAL é uma dimensão essencial do trabalho apostólico. Somos chamados a manifestar a vida de Deus dentro de nossa história, colocando-nos ao lado dos mais pobres e excluídos, promovendo a justiça que brota da fé, colaborando na formação e educação de todas as pessoas, impulsionando o diálogo intercultural e inter-religioso e comprometendo-nos em nossa integração latino-americana e caribenha, tendo como preocupação principal a vida e a dignidade dos mais pobres.

  • RSAI
    Rede de Solidariedade e Apostolado Indígena

    Reúne anualmente jesuítas e laicos em sua maioria pertencentes a povos originários latino-americanos para compartilhar experiências de trabalho e propiciar colaborações e sinergias regionais. Nesta rede estão presentes “missões” e instituições de diversas vocações: sejam pastorais, de desenvolvimento rural, de formação social e/ou política, de educação ou comunicação, de promoção da cultura, etc. As províncias do México, América Central, Equador, Peru, Bolívia, Brasil, Paraguai e Chile estão presentes na RASI.

    cpalsocial.org/red_del_apostolado_indigena

  • RJM
    Rede Jesuita com Migrantes

    Surge em resposta a uma das principais opções da Companhia Universal: o serviço aos Refugiados e Migrantes forçados. Está organizada em quatro macrorregiões que acompanham os fluxos de refugiados e migrantes segundo as particularidades dos contextos sociopolíticos próprios:

    JRS

    O Serviço Jesuíta para os Refugiados, mais conhecido por sua sigla em inglês, JRS, que atende a região da Colômbia e sus vizinhos (Venezuela e Equador principalmente); ainda que recentemente o “refúgio” seja una figura cada vez más presente no resto continente.
    sjrlac.org

    CANA

    O Serviço Jesuítas para Migrantes – CANA (América Central –América do Norte), em íntima relação com o SJM/USA que atende os fluxos de migrantes e deportados tanto até (desde) os Estados Unidos quanto novos fluxos para o Panamá, Nicarágua, Costa Rica e outros países do sul.
    cpalsocial.org/rjm_subregion_ca_na

    CARIBE

    O Serviço Jesuítas para Migrantes – CARIBE ue se ocupa especialmente dos migrantes entre a República Dominicana e o Haiti.
    cpalsocial.org/rjm_subregion_caribe

    SUR

    O Serviço Jesuítas para Migrantes – SUL ue atende os fluxos de migrantes forçados através da costa pacífica sul-americana (Peru, Bolívia, Chile e Brasil) até chegar ao Chile ou tentar entrar em terras brasileiras.
    cpalsocial.org/rjm_subregion_sur
  • RCS
    Rede de Centros Sociais

    Espaço de encontro, colaboração e articulação entre os 34 Centros Sociais Jesuítas da América Latina e do Caribe, e destes com outras instituições jesuítas e não-jesuítas de outros setores. Seus programas e projetos visam identificar horizontes comuns, maximizando sus oportunidades e aproveitando suas potencialidades a nível local, nacional e internacional. A Rede tem cinco programas comuns:

    • 1

      Programa de Incidência: Desenvolve-se atualmente um diplomado virtual em incidência política, com ênfase em: migrantes, juventude e participação política; e exploração de recursos naturais.

    • 2

      Programa COMPARTE: dez centros sociais, cinco universidades e duas instituições de pesquisa e educação popular, trabalhando colaborativamente para melhorar sua intervenção com associações de produtores em pequenas áreas rurais o zonas peri-urbanas. O objetivo central do programa COMPARTE é contribuir para o desenvolvimento de iniciativas econômico-produtivas alternativas, sustentáveis e escaláveis na economia real.
      desarrollo-alternativo.org/comparte-7

    • 3

      Grupo de Trabalho sobre intervenção em Habitação e Hábitat: centros sociais que se ocuparam tradicionalmente da “solução de habitação” se preocupam agora pela construção social do Hábitat.

    • 4

      Grupo de trabalho sobre Justiça em Mineração e Direitos Humanos: se trata do “capítulo latino-americano” do GIAN Justice in Mining (Global Ignatian Advocacy Network). Dele participam os centros sociais e instituições dos países onde a exploração irracional dos recursos naturais (especialmente hidro carburantes e mineração industrial) causa tantos danos atualmente, especialmente para as populações mais vulneráveis: indígenas, mulheres, camponeses, negros, jovens, crianças; e está ligado de maneira estreita aos problemas de violações dos Direitos Humanos.
      cpalsocial.org/red_de_centros_sociales

    • 5

      Grupo de trabalho sobre micro empreendimentos e fundos de desenvolvimento local: o mais recente dos grupos da RCS compartilha e fomenta mutuamente experiências de colaboração e apoio a iniciativas econômico-produtivas que permitam novos modelos de desenvolvimento inclusivo, sustentável e escalável.